Não é só eu…
14 Abril, 2009 by Saulo AchkarDa série: Perguntas cretinas, respostas mais ainda
17 Fevereiro, 2009 by Saulo AchkarEnquanto isso, no site de perguntas de um grande portal da internet…
Pergunta: “é normal a vagina inchar qdo acaba uma transa?”
Resposta escolhida por votação: “fica esfolando a sua cara e depois me diz se ela não inchou !!!“
Cubo de gelo em forma de guitarra
10 Fevereiro, 2009 by Saulo AchkarJogue fora suas velhas e antiquadas formas de gelo (calma, não jogue ainda, isto é apenas o suposto comercial do produto). Pois agora chegou o sensacional Cool Jazz! Com ele você faz a sua festa ficar ainda mais transada (sic) com cubos de gelo em formato de guitarra!
Cada forma flexível faz três guitarras e duas notas musicais. Podem ser compradas por US$ 7.95 neste site. (Frete pro Brasil custa no mínimo US$ 24!)

A forma acima e como fica no copo abaixo.

PS: Eu não ganhei um tostão por este post.
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Achei sem querer no Google Products.
Mitos populares destruídos
10 Fevereiro, 2009 by Saulo AchkarDois artigos publicados pela British Medical Journal desvendam várias lendas urbanas ligadas à saúde. Veja alguns mitos que eles desvendaram:
- Açúcar não causa hiperatividade em crianças;
- Não perdemos excesso de calor pela cabeça (droga, eu sempre usei touca por causa disso);
- Comer a noite não engorda (ingerir mais calorias do que gastar sim);
- Não existe cura para ressaca;
- Raspar/barbear não faz cabelo crescer mais rápido, escuro ou grosso;
- Ler com pouca luz não prejudica a visão (a vovó vai pirar quando ouvir essa);
- Você não precisa beber 8 copos de água por dia.
Outros mitos e mais detalhes de cada um deles estão nos links abaixo (em inglês):
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Vi na Lifehacker.
Curiosidades sobre “Marley e Eu”
16 Janeiro, 2009 by Saulo AchkarQuarta-feira assisti no cinema o filme “Marley e Eu”. O filme conta a história real do cachorro Marley e a família em que viveu.
Gostei do filme e reuni algumas curiosidades do imdb e da wikipedia. Vale principalmente para quem já viu o filme:
- O filme se baseou no bestseller do The New York Times publicado em 2005.
- O nome original do livro era “Marley e Eu: Vida e Amor com o Pior Cão do Mundo”.
- Marley, um Labrador Retriver, viveu 13 anos.
- O Marley real fez uma única atuação num filme, em 1998, chamado The Last Home Run. Foram apenas 2 minutos e nos crédito aparece “Marley, o cachorro … como ele mesmo”.
- No filme foram usados 22 cachorros diferentes para interpretar Marley.
- Os pais verdadeiros de Owen Wilson (ator principal) atuaram como pais do personagem John Grogan. A maior dificuldade da mãe dele era não chamar ele de Owen.
- As gravações nas redações dos jornais “Sun-Sentinel” e “Philadelphia Inquirer” foram realmente feitas no local.
- O verdadeiro John Grogan (autor do livro que deu origem ao filme) aparece no filme, na cena de treinamento dos cachorros como dono de um Cocker Spaniel. Esta é uma foto de John na premier do filme:

Eu vou: Campus Party 2009
12 Janeiro, 2009 by Saulo AchkarAté que enfim
6 Janeiro, 2009 by Saulo Achkar40 dias e uma nota na coluna do Cacau foi o que precisou pra prefeitura mobilizar a arrumação do desmoramento de um muro (e quase de uma casa) na rua Madalena Barbi, transversal a rua em que moro. Os homens trabalham neste momento, esta é uma foto que tirei uma hora atrás:

Target Advertisement Fail
28 Dezembro, 2008 by Saulo AchkarIsso é o que eu chamo de Target Advertisement Fail
(Este foi o banheiro eu entrei numa festa sábado)

(Esta era a propaganda dentro dele…)

Racismo embutido
19 Novembro, 2008 by Saulo AchkarTem coisa mais racista do que dizer “este objeto cor de pele“? Pô, cor da pele de quem!? Aposto que foi um branco racista que inventou essa expressão.
Tá certo que homem que é homem não conhece mais que quatro ou cinco tipos de cores. Mas se algo é branco, preto ou beje não precisa inventar novos nomes para elas.
A sobremesa é o orgasmo da refeição
5 Novembro, 2008 by Saulo AchkarAssim como o sexo, a alimentação é um dos grandes prazeres do homem. Porém, interrompemos o ato sexual (principalmente os homens) quando atingimos o ponto mais alto da prática sexual. Ela se acaba. E fica aquele “gostinho de quero mais” (quando foi bom, claro).
Quando estamos nos alimentando a coisa é diferente. O prazer que vem a cada garfada parece não ter fim. Os tarados gastronômicos, como eu, sofrem com isso. Mas este prazer também acaba, embora de forma nada graciosa como no orgasmo. Acaba quando estamos “cheios”, “satisfeitos” ou “embuchados” mesmo!
Os problemas enfrentados são vários e conhecidos. Dores abdominais, desconforto, obesidade e até diabete a longo prazo!
Se fizermos um paralelo entre o sexo e a refeição, talvez poderíamos concluir que o mais próximo de um orgasmo seria a sobremesa. Sempre no final da refeição, a sobremesa é a parte mais doce, a mais gostosa, a mais esperada depois de todo aquele “trabalho” de cortar, levar a boca e mastigar a comida. Uma boa sobremesa é sempre curtida na boca. É nessa hora que a gente “relaxa e goza”.
Felizmente, podemos exagerar no sexo (seguro) sem problemas. Pois como dizia a piada: “O excesso de sexo causa perda de memória… e outras coisas que não me lembro!”
